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	<title>A geração iPod e o futuro da rádio [radio and 'iPod generation']</title>
	<link>http://ipodgeneration.blogsome.com</link>
	<description>[The future of radio and 'iPod generation'] textos sobre o futuro da rádio</description>
	<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<title>«Os britânicos a olhar para o passado»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/06/23/p27/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Diversos</category>
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		<description><![CDATA[	&laquo;(&#8230;)&nbsp;e mostra como a indústria da rádio se sente desconfortável com os tempos que se vivem. Desconfortável significa várias coisas: incomodada, receosa, temerosa. Confusa, quando olha para o acessório&raquo; (30/05/08; Meios &amp; Publicidade)

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>&laquo;<em><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/05/30/os-britanicos-a-olhar-para-o-passado/" target="_self">(&#8230;)&nbsp;e mostra como a indústria da rádio se sente desconfortável com os tempos que se vivem. Desconfortável significa várias coisas: incomodada, receosa, temerosa. Confusa, quando olha para o acessório</a></em>&raquo; (30/05/08; Meios &amp; Publicidade)
</p>
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	</item>
		<item>
		<title>A rádio em 2018 (6) - Convergir na recepção</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/06/23/a-radio-em-2018-6-convergir-na-recepcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 16:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	&laquo;Convergir na recep&ccedil;&atilde;o&raquo;, 13/06/08
	&laquo;Ninguém comprará um rádio, previa na última crónica. E ninguém comprará apenas um rádio porque se já vivemos hoje numa lógica de converg&ecirc;ncia, isso será muito mais evidente com o passar dos anos. Ou seja, o reconhecimento dos canais de distribui&ccedil;&atilde;o será irrelevante, o mesmo é dizer n&atilde;o faremos a distin&ccedil;&atilde;o de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>&laquo;Convergir na recep&ccedil;&atilde;o&raquo;, 13/06/08</p>
	<p>&laquo;<em><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/06/13/a-radio-em-2018-6/" target="_self">Ninguém comprará um rádio, previa na última crónica. E ninguém comprará apenas um rádio porque se já vivemos hoje numa lógica de converg&ecirc;ncia, isso será muito mais evidente com o passar dos anos. Ou seja, o reconhecimento dos canais de distribui&ccedil;&atilde;o será irrelevante, o mesmo é dizer n&atilde;o faremos a distin&ccedil;&atilde;o de meios em fun&ccedil;&atilde;o de características (áudio na rádio, texto na imprensa, etc.). Estará tudo na internet ou nos telemóveis. Basicamente</a></em>&raquo;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A rádio em 2018 (5) - Ninguém comprará um rádio</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/06/23/a-radio-em-2018-5-ninguem-comprara-um-radio/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/06/23/a-radio-em-2018-5-ninguem-comprara-um-radio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 16:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	&laquo;Ninguém comprará um rádio&raquo;, 9/05/08
	&laquo;A internet está a mudar tudo, seja ao nível dos conteúdos, seja também quanto &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o desses mesmos conteúdos. Uma das consequ&ecirc;ncias inevitáveis é, previsivelmente, a perda de reconhecimento quanto aos suportes: a converg&ecirc;ncia e o fim das barreiras clássicas far&atilde;o com que tudo esteja disponível em tudo - deixaremos de, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>&laquo;Ninguém comprará um rádio&raquo;, 9/05/08</p>
	<p>&laquo;<em><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/05/09/a-radio-em-2018-5/" target="_self">A internet está a mudar tudo, seja ao nível dos conteúdos, seja também quanto &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o desses mesmos conteúdos. Uma das consequ&ecirc;ncias inevitáveis é, previsivelmente, a perda de reconhecimento quanto aos suportes: a converg&ecirc;ncia e o fim das barreiras clássicas far&atilde;o com que tudo esteja disponível em tudo - deixaremos de, com esta clareza na separa&ccedil;&atilde;o, ouvir rádio, de ver televis&atilde;o, de ler jornais</a></em>&raquo;</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A rádio em 2018 (4) - «Eles querem tudo»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/05/06/p24/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/05/06/p24/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 10:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
		<guid>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/05/06/p24/</guid>
		<description><![CDATA[	Publicado no Meios &amp; Publicidade de 11/04/08
	&laquo;O grande problema da rádio em 2018 * é que dificilmente continuará a ser rádio - com tudo o que isto significa quer para os actuais operadores quer para a indústria adjacente (publicitária e tecnológica) quer, finalmente, para os ouvintes mais velhos&raquo;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Publicado no <a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/04/11/a-radio-em-2018-4/" target="_self">Meios &amp; Publicidade de 11/04/08</a></p>
	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/04/11/a-radio-em-2018-4/" target="_self"><em>&laquo;O grande problema da rádio em 2018 * é que dificilmente continuará a ser rádio - com tudo o que isto significa quer para os actuais operadores quer para a indústria adjacente (publicitária e tecnológica) quer, finalmente, para os ouvintes mais velhos</em>&raquo;</a></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A rádio em 2018 - A rádio informativa: passiva e activa</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/03/24/a-radio-em-2018-a-radio-informativa-passiva-e-activa/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 18:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	Meios &amp; Publicidade, 14 de Mar&ccedil;o de 2008
	&laquo;Basicamente, iremos ter consumo passivo em tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es:
	- falta de liga&ccedil;&atilde;o (temporária ou permanente, sobretudo em zonas mais pobres) &agrave; Internet;
	- vontade de ouvir sem agir (e tanto pode ser por via hertziana, enquanto esta se mantiver, como via Internet);
	- a rádio de palavra, sobretudo de informa&ccedil;&atilde;o. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/03/14/a-radio-em-2018-3/" target="_self">Meios &amp; Publicidade, 14 de Mar&ccedil;o de 2008</a></p>
	<p>&laquo;<em>Basicamente, iremos ter consumo passivo em tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es:</em></p>
	<p><em>- falta de liga&ccedil;&atilde;o (temporária ou permanente, sobretudo em zonas mais pobres) &agrave; Internet;</em></p>
	<p><em>- vontade de ouvir sem agir (e tanto pode ser por via hertziana, enquanto esta se mantiver, como via Internet);</em></p>
	<p><em>- a rádio de palavra, sobretudo de informa&ccedil;&atilde;o. É sobre ela a crónica de hoje.</em>&raquo;</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A rádio em 2018 - Poder, controlo, participação</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/03/17/a-radio-em-2018-poder-controlo-participacao/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/03/17/a-radio-em-2018-poder-controlo-participacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 11:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	Meios &amp; Publicidade, 15 de Fevereiro de 2008
	&laquo;é só uma quest&atilde;o de tempo até que se perceba que os ouvintes querem participar, querem fazer, querem decidir. Quando isso estiver assimilado, assistir-se-á &agrave; generaliza&ccedil;&atilde;o dessas ferramentas que se revelar&atilde;o t&atilde;o importantes quanto os próprios (novos) conteúdos e será a própria industria a pedir/exigir que os ouvintes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/02/15/a-radio-em-2018-2/" target="_self">Meios &amp; Publicidade, 15 de Fevereiro de 2008</a></p>
	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/02/15/a-radio-em-2018-2/" target="_self">&laquo;é só uma quest&atilde;o de tempo até que se perceba que os ouvintes querem participar, querem fazer, querem decidir. Quando isso estiver assimilado, assistir-se-á &agrave; generaliza&ccedil;&atilde;o dessas ferramentas que se revelar&atilde;o t&atilde;o importantes quanto os próprios (novos) conteúdos e será a própria industria a pedir/exigir que os ouvintes se envolvam cada vez mais</a>&raquo;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>«A rádio em 2018 - Os conteúdos multimédia»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/01/31/p21/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/01/31/p21/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 11:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	Meios&nbsp;&amp; Publicidade, 18 de Janeiro de 2008
	(Inicio, neste segundo ano de colabora&ccedil;&atilde;o com a Meios &amp; Publicidade, uma série de 12 artigos temáticos sobre o futuro da rádio, a que dei o título genérico de &laquo;A rádio em 2018&raquo;, daqui a 10 anos, portanto; a necessidade de ser curto e a própria exig&ecirc;ncia do texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/01/18/a-radio-em-2008/" target="_self">Meios&nbsp;&amp; Publicidade, 18 de Janeiro de 2008</a></p>
	<p>(Inicio, neste segundo ano de colabora&ccedil;&atilde;o com a Meios &amp; Publicidade, <strong>uma série de 12 artigos temáticos sobre o futuro da rádio, a que dei o título genérico de &laquo;A rádio em 2018&raquo;, daqui a 10 anos, portanto</strong>; a necessidade de ser curto e a própria exig&ecirc;ncia do texto jornalístico impedir&atilde;o em muitos casos a fundamenta&ccedil;&atilde;o de algumas informa&ccedil;&otilde;es, primeiro passo para se confundirem com futurologia; da mesma forma, 10 anos é apenas um pretexto para a arruma&ccedil;&atilde;o das ideias - mas uma coisa é certa, a rádio, tal como a conhecemos hoje, provavelmente já n&atilde;o existirá em 2018; espero demonstrá-lo ao longo das tais 12 crónicas)</p>
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	</item>
		<item>
		<title>«O barco da digitalização afunda-se antes de partir»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/01/31/p20/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2008/01/31/p20/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 10:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	Meios e Publicidade, 4 de Janeiro de 2008

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2008/01/04/o-barco-da-digitalizacao-afunda-se-antes-de-partir/" target="_self">Meios e Publicidade, 4 de Janeiro de 2008</a>
</p>
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	</item>
		<item>
		<title>«Estamos cegos para o futuro e ele está mesmo à nossa frente»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/12/03/p19/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/12/03/p19/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 17:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
		<guid>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/12/03/p19/</guid>
		<description><![CDATA[	Meios &amp; Publicidade, 30/11/07

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2007/11/30/Â«estamos-cegos-para-o-futuro-e-ele-esta-mesmo-a-nossa-frenteÂ»/" target="_self">Meios &amp; Publicidade, 30/11/07</a>
</p>
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	</item>
		<item>
		<title>«Podcasting sem podcasts?»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p18/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p18/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 10:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Diversos</category>
		<guid>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p18/</guid>
		<description><![CDATA[	Texto do catálogo do Festival Black &amp; White, Porto, Abril 2007 
	&laquo;Há muita gente desiludida com o podcasting, como que dando raz&atilde;o aos que, mal a técnica surgiu, prenunciaram a sua morte. 
	Os que est&atilde;o desiludidos convocam estudos, relatórios e a própria experi&ecirc;ncia para dizer que o podcasting n&atilde;o descola e que continua minoritário, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Texto do catálogo do Festival Black &amp; White, Porto, Abril 2007 </p>
	<p>&laquo;<em>Há muita gente desiludida com o podcasting, como que dando raz&atilde;o aos que, mal a técnica surgiu, prenunciaram a sua morte. </em></p>
	<p><em>Os que est&atilde;o desiludidos convocam estudos, relatórios e a própria experi&ecirc;ncia para dizer que o podcasting n&atilde;o descola e que continua minoritário, que n&atilde;o encontrou uma forma de se viabilizar comercialmente, que a qualidade dos programas n&atilde;o aumentou e n&atilde;o se registaram significativas evolu&ccedil;&otilde;es técnicas. A desilus&atilde;o será provavelmente proporcional ao entusiasmo inicial, o que só mostra que quando falamos de novas técnicas e de novas tecnologias é prudente alguma pondera&ccedil;&atilde;o e que alguma reserva nas previs&otilde;es é uma regra de bom senso. </em></p>
	<p><em>De qualquer forma, a existir desilus&atilde;o será quando muito com os podcasts e n&atilde;o ao podcasting. Quem imaginava que a rede se iria encher de novos programas de áudio de elevada qualidade, que o des&acirc;nimo n&atilde;o daria lugar ao entusiasmo inicial dos autores e que surgiriam todos os dias excelentes revela&ccedil;&otilde;es estará desiludido. Os podcasts que conhecemos n&atilde;o s&atilde;o isso nem podiam ser. Essencialmente porque estamos a falar de algo muito recente, que pressup&otilde;e &ndash; apesar de tudo &ndash; o domínio de alguma técnica (que &ndash; é verdade &ndash; n&atilde;o se simplificou) e realizados ainda numa perspectiva amadora. S&atilde;o assim muito dos podcasts que conhecemos. Engra&ccedil;ados, muitas vezes esfor&ccedil;ados, mas sem uma clara mais-valia face a uma concorr&ecirc;ncia que, na própria Internet, faz nascer todos os dias milhares de conteúdos &ndash; sendo que o tempo disponível para consumir esses conteúdos continua a ser o mesmo (este tem sido um factor muito pouco estudado, mas n&atilde;o pode continuar a ser negligenciado: a ideia de &laquo;concorr&ecirc;ncia&raquo; n&atilde;o é mais a mesma, já n&atilde;o s&atilde;o apenas os 50 ou 100 canais no cabo, s&atilde;o os milh&otilde;es de páginas na Internet, os milhares de canais de áudio também na net, os milh&otilde;es de músicas para descarregamento; a concorr&ecirc;ncia n&atilde;o é apenas quantitativa, mas, com tanta oferta, também qualitativa). </em></p>
	<p><em>Neste contexto, os podcasts devem pensar que lugar podem ocupar, para que servem, quem os está a ouvir. Claro que continuará a haver, sempre, quem os fa&ccedil;a por amor &agrave; causa, por mais egoísta ou saudável que ela seja, e alguns podem até ser muito bons, mas poucos deixar&atilde;o de ser claramente minoritários. </em></p>
	<p><em>Em contrapartida o podcasting é uma técnica claramente de futuro. O podcasting como técnica de redistribui&ccedil;&atilde;o de conteúdos (áudio ou vídeo) que n&atilde;o podemos ou n&atilde;o temos de ouvir no momento em que s&atilde;o disponibilizados. E rádios e televis&otilde;es já come&ccedil;aram a perceber isso mesmo. Claro que ainda se colocam problemas de alegada concorr&ecirc;ncia com a emiss&atilde;o original, sobretudo ao nível do contacto com o patrocinador, mas n&atilde;o só se trata de uma quest&atilde;o mental (geracional?) como o cada vez maior contacto com os programas enviados por podcasting fará mudar o paradigma. E ent&atilde;o teremos podcasting n&atilde;o apenas de programas mas também de notícias, de modo a que se concretizará, de alguma forma, o sonho de Bertold Brecht: o receptor n&atilde;o será mais o sujeito passivo da comunica&ccedil;&atilde;o, mas aquele que escolhe o que quer ver e ouvir, o que constrói o seu próprio noticiário, o que intervém. </em></p>
	<p><em>Com o podcasting, com este ou outro nome, com esta ou outra forma de eu poder escolher o que quero ver e ouvir</em>&raquo;</p>
	<p>Mais, sobre este assunto, <a href="http://osegundochoque.blogia.com/2007/042807-mais-podcasting-mas-menos-podcasts-.php" target="_self">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p18/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>«A rádio em 2015 será uma página na net»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p17/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p17/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 10:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
		<guid>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/11/06/p17/</guid>
		<description><![CDATA[	Publicado no Meios &amp; Publicidade, 2/11/07

&laquo;Nesta altura, em diversos países, investigadores e representantes da indústria questionam-se sobre como será a rádio daqui a dez ou 15 anos. Existem mesmo projectos que t&ecirc;m o nome dos anos da projec&ccedil;&atilde;o, 2012, 2015 ou 2020.
	Como será a rádio em 2015?
	Os alicerces da futurologia est&atilde;o derrubados desde que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal"><font>Publicado no Meios &amp; Publicidade, 2/11/07</font></p>
<font /><font><br />
<p class="MsoNormal"><font>&laquo;<em>Nesta altura, em diversos países, investigadores e representantes da indústria questionam-se sobre como será a rádio daqui a dez ou 15 anos. Existem mesmo projectos que t&ecirc;m o nome dos anos da projec&ccedil;&atilde;o, 2012, 2015 ou 2020.</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Como será a rádio em 2015?</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Os alicerces da futurologia est&atilde;o derrubados desde que a Internet se consolidou &ndash; a Internet foi o meio de comunica&ccedil;&atilde;o mais rápido da história a atingir a barreira dos 50 milh&otilde;es de consumidores. E já n&atilde;o há mais previs&otilde;es tranquilas.</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Há novas formas de emiss&atilde;o, novas formas de criar conteúdos, há novas formas de recep&ccedil;&atilde;o, há novas formas de interagir com o emissor. Há uns anos uma pesquisadora brasileira escrevia que a Internet é o FM do século XXI. A quest&atilde;o é que, até &agrave; Internet, as poucas inven&ccedil;&otilde;es que ajudaram a rádio influenciavam ou a emiss&atilde;o ou a recep&ccedil;&atilde;o. A Internet muda tudo. Tudo junto &ndash; muda a rádio.</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Há uns dias uma ag&ecirc;ncia de informa&ccedil;&atilde;o de Nova Iorque anunciava que &laquo;Cada esta&ccedil;&atilde;o de rádio pode transformar-se numa esta&ccedil;&atilde;o de televis&atilde;o&raquo;, dando um sinal sobre algo que aqui tenho falado: a introdu&ccedil;&atilde;o de conteúdos primários, como o vídeo, deixou de ser exclusivo dos canais de televis&atilde;o e está ao alcance de todos os operadores com ambi&ccedil;&atilde;o na comunica&ccedil;&atilde;o. O Público n&atilde;o anunciou recentemente o aparecimento (ainda que tímido) de vídeo na sua página?</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Mas n&atilde;o é essa a minha previs&atilde;o: nem as rádios se v&atilde;o transformar em televis&otilde;es nem as televis&otilde;es continuar&atilde;o a s&ecirc;-lo exclusivamente. </em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Ser&atilde;o necessários outros nomes (as gera&ccedil;&otilde;es mais novas ter&atilde;o uma ideia muito diferente do que s&atilde;o os meios clássicos) e há que contar com múltiplos desenvolvimentos tecnológicos, provavelmente imprevisíveis, mas acredito que a rádio do futuro será sobretudo uma página na Internet (o mais parecido com aquilo que hoje chamamos de portal).</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>As páginas na Internet n&atilde;o ser&atilde;o todas iguais &ndash; e ainda bem. Se a emiss&atilde;o hertziana da rádio ainda for viável comercialmente, poderá haver aquilo a que nos EUA chamam de simulcasting; da mesma forma, os actuais canais de televis&atilde;o poder&atilde;o tentar tirar partido dessa emiss&atilde;o, em simult&acirc;neo com múltiplos canais de vídeo na Internet (emitindo em tempo real ou baseados em arquivos). Também os jornais poder&atilde;o tentar tirar partido no sector em que s&atilde;o melhores, em que dominam o know how. Mas um jornal, independentemente da edi&ccedil;&atilde;o em papel &ndash; cada vez mais rara e, portanto, comercialmente inviável -, será uma página na net, com som, com vídeo, com arquivos, com ferramentas de personaliza&ccedil;&atilde;o e potenciadoras de feed back.</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Tudo estará na net, a come&ccedil;ar pelos investimentos e a acabar nos consumidores, passando pela publicidade.</em></font></p>
	<p class="MsoNormal"><font><em>Ainda se chamará rádio? Mesmo sendo muito diferente daquilo que hoje conhecemos como rádio, ainda se continuará a chamar, provavelmente por inércia geracional. Mas a transforma&ccedil;&atilde;o será t&atilde;o radical que novos conceitos ir&atilde;o aparecer; a mim, sobre isso, ninguém me ouvirá dar um palpite&hellip;</em></font></p>
	<p><font><em>Estamos preparados em Portugal? Estamos &ndash; parece, finalmente &ndash; a acordar. As recentes notícias do grupo Renascen&ccedil;a dando conta do lan&ccedil;amento de canais temáticos on line s&atilde;o um exemplo; mas s&atilde;o precisos mais investimentos nas páginas na Internet &ndash; com novos e diversos conteúdos, aumentando a capacidade de escolha e de personaliza&ccedil;&atilde;o, facilitando a visualiza&ccedil;&atilde;o e o interface com os consumidores. Nem sequer estamos a falar de investimentos pesados, mais de agilidade. A publicidade, essa, já come&ccedil;ou a fugir.</em></font></p>
	<p><font><em>PS - Os emissores no alto das serras ser&atilde;o, provavelmente já em 2015, apenas uma fotografia!&raquo;</em></font></p>
</font>
</p>
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	</item>
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		<title>«Sim, a rádio está em crise»</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 16:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	Meios &amp; Publicidade, 10 Outubro 2007

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			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2007/10/10/sim-a-radio-esta-em-crise/" target="_self">Meios &amp; Publicidade, 10 Outubro 2007</a>
</p>
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	</item>
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		<title>«A rádio de nada»</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 16:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Meios &#038; Publicidade</category>
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		<description><![CDATA[	Publicado em Meios&nbsp;&amp; Publicidade, 28 de Setembro 2007
	&laquo;Bruce Springsteen tem um novo disco; qual a rádio em Portugal que lan&ccedil;ou a música de abertura? O jornal Correio da Manh&atilde;, através do seu site&hellip; (a propósito: a música chama-se &laquo;Radio Nowhere&raquo; e, já agora, circulava na Internet vários dias antes, sem necessidade de partilha de ficheiros).
	Bjork, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Publicado em Meios&nbsp;&amp; Publicidade, 28 de Setembro 2007</p>
	<p>&laquo;<em>Bruce Springsteen tem um novo disco; qual a rádio em Portugal que lan&ccedil;ou a música de abertura? O jornal Correio da Manh&atilde;, através do seu site&hellip; (a propósito: a música chama-se &laquo;Radio Nowhere&raquo; e, já agora, circulava na Internet vários dias antes, sem necessidade de partilha de ficheiros)<font>.</font></em></p>
	<p class="MsoNormal"><em>Bjork, que também tem música nova, pediu aos f&atilde;s que criassem um vídeo para uma determinada música. Pediu ajuda &agrave; rádio, para promover essa interactividade? Há uns anos pediria; agora f&ecirc;-lo directamente, através do seu site (e de outros, que replicaram a informa&ccedil;&atilde;o, no melhor marketing viral).</em></p>
	<p class="MsoNormal"><em>S&atilde;o más notícias para a rádio?</em></p>
	<p class="MsoNormal"><em>Nada comparado com aquilo que um estudo, recentemente publicado nos Estados Unidos, anuncia: no próximo ano o total de investimento publicitário feito directamente na Internet vai ultrapassar aquilo que é destinado &agrave; rádio (convencional). O estudo chama-se Radio Trends e tem a chancela da eMarketeer. Uma outra previs&atilde;o, provavelmente menos rigorosa, da VSS, diz que já em 2011, naquele país, a Internet será o meio com mais publicidade.</em></p>
<em>Nos Estados Unidos, ainda, as audi&ecirc;ncias da rádio convencional continuam em queda e no Canadá &ndash; para n&atilde;o se falar sempre do mesmo &ndash; a associa&ccedil;&atilde;o patronal prev&ecirc;, até 2010, uma quebra até 8,5 % no total de ouvintes.<font /></em><font><br />
<p class="MsoNormal"><em>S&atilde;o más notícias para a rádio?</em></p>
	<p class="MsoNormal"><em>Claro que sim. Para a rádio que continua a pensar como há 10 ou 20 anos e que desconfia das potencialidades da Internet. A Mega FM anunciou há algumas semanas novidades. No seu site e nos conteúdos que oferece no site? N&atilde;o. Continua a ter uma página que, no fundo, é apenas o suporte da emiss&atilde;o hertziana (sem conteúdos próprios, sem podcasts, sem arquivos, sem vídeos), mas anuncia novos animadores. N&atilde;o chega, penso, para fazer descolar a Mega FM.</em></p>
	<p class="MsoNormal"><em>Numa das suas últimas crónicas no The Washington Post, o especialista em tecnologia Rob Pegoraro diz que algumas das suas esta&ccedil;&otilde;es de rádio preferidas n&atilde;o t&ecirc;m animadores. Rob gosta de ouvir o Pandora.com (só acessível nos EUA) e só admira que ainda lhe chame rádio. </em></p>
	<p class="MsoNormal"><em>E por cá?</em></p>
<em>Para além do, já aqui várias vezes criticado, conservadorismo geracional, os responsáveis pelas rádios mais importantes dormem confortavelmente com os números da Marktest &ndash; que dizem que n&atilde;o há quebras significativas de audi&ecirc;ncias e que os jovens (15-34 anos) representam quase 45% do total de ouvintes, além de ouvirem mais do que a média.<font /></em></font><font><br />
<p class="MsoNormal"><em>Será Portugal um paraíso?<br />Actualmente, e entre os mercados relevantes, só conhe&ccedil;o um, a Gr&atilde;-Bretanha, que tem visto os seus ouvintes crescerem e tem tido sucesso com o DAB (atingiu recentemente os 12 milh&otilde;es de ouvintes digitais, cerca de 25% do total). Mas em Portugal n&atilde;o houve revolu&ccedil;&atilde;o digital nem existe a BBC</em>&raquo;</p>
</font>
</p>
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		<title>«A geração iPod não gosta da rádio»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/09/22/p14/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 11:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Diversos</category>
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		<description><![CDATA[	&laquo;A gera&ccedil;&atilde;o iPod n&atilde;o gosta da rádio&raquo;, Comunica&ccedil;&atilde;o/powerpoint apresentada nas II Jornadas Internacionais de Jornalismo, Universidade Fernando Pessoa, Mar&ccedil;o 2007
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">&laquo;<a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/ipod.ppt.pps" target="_self">A gera&ccedil;&atilde;o iPod n&atilde;o gosta da rádio</a>&raquo;, Comunica&ccedil;&atilde;o/powerpoint apresentada nas II Jornadas Internacionais de Jornalismo, Universidade Fernando Pessoa, Mar&ccedil;o 2007</p>
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	</item>
		<item>
		<title>«As dez rádios mais ouvidas em Portugal: os formatos nas estratégias de programação»</title>
		<link>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/09/22/p13/</link>
		<comments>http://ipodgeneration.blogsome.com/2007/09/22/p13/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 11:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Diversos</category>
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		<description><![CDATA[	MENESES, Jo&atilde;o Paulo, &laquo;As dez rádios mais ouvidas em Portugal: os formatos nas estratégias de programa&ccedil;&atilde;o&raquo;, Setembro 2006, in http://formatosdaradio.no.sapo.pt/

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span>MENESES, Jo&atilde;o Paulo, &laquo;</span><span><a href="http://formatosdaradio.no.sapo.pt/">As dez rádios mais ouvidas em Portugal: os formatos nas estratégias de programa&ccedil;&atilde;o</a>&raquo;, Setembro 2006, in <a href="http://formatosdaradio.no.sapo.pt/">http://formatosdaradio.no.sapo.pt/</a></span>
</p>
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