Publicada em Meios & publicidade, 23/01/09
«Basta ouvir para perceber que salvo raras excepções (ao nível do programa em concreto), não existem estratégias para incentivar os ouvintes a entrar em contacto connosco. A minha experiência mostra que sim (e estudos de usos e gratificações feitos em diversos pontos do mundo comprovam-no), que eles querem participar, querem ser ouvidos, querem tentar interagir (ou seja, querem tentar influenciar). Mas quem é que nas rádios lhes responde, quando enviam um e-mail (resposta personalizada como merecem os nossos clientes)?»
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